A origem do Relógio Medidores de Tempo

O génio humano recorreu, ao longo dos tempos, às mais diversas tecnologias para descobrir formas de medir o tempo. Pêndulos, Quartzo, Cronófragos e até mesmo Padrões Atómicos.

Tipos de Relógios
Medidores de tempo
 

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Pêndulo

Durante os últimos três séculos, o pêndulo foi o mais confiável medidor de tempo, sendo substituído apenas nas últimas décadas por oscilações atômicas ou eletrônicas.

Para um relógio de pêndulo ser um medidor de tempo preciso, a amplitude do movimento deve ser mantida constante apesar de as perdas por atrito afetarem todo o sistema mecânico, Variações na amplitude, tão pequenas quanto 4° ou 5°, fazem um relógio adiantar cerca de 15 segundos por dia, o que não é tolerável mesmo num relógio caseiro. Para manter constante a amplitude é necessário compensar com um peso ou mola, fornecendo energia automaticamente,  e assim compensando as perdas devidas ao atrito.

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Quartzo

O quartzo é o mais abundante mineral da Terra e é classificado como tendo dureza 7 na Escala de Mohs. Apresenta as mais diversas cores conforme as variedades. O nome "quartzo" é de origem incerta, sendo a mais provável a palavra alemã "quarz", que por sua vez será de origem eslava.

Algumas estruturas deste mineral são de cristal e são piezoeléctricas, sendo usadas como osciladores em aparelhos electrónicos tais como relógios e rádios.

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Cronógrafo

Cronógrafo é um instrumento que mede o tempo e conserva a unidade, na maioria dos modelos até centésimos de segundo.

Na verdade, e ao contrário do que a maior parte das pessoas acredita, um cronômetro é um certificado que atesta a alta precisão de um relógio. Aquilo a que a grande maioria de pessoas chama de cronômetro é na verdade um contador, ou um cronógrafo.

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Relógio Atómico

Um relógio atômico é um tipo de relógio que usa um padrão ressonante de freqüência como contador. Como o próprio nome diz, é um medidor de tempo que funciona baseado em uma propriedade do átomo, sendo o padrão a frequência de oscilação da sua energia. Como um pêndulo de relógio, o átomo pode ser estimulado externamente (no caso por ondas eletromagnéticas) para que a sua energia oscile de forma regular.

O seu funcionamento não é exactamente simples. Com base em estudos anteriores, os pesquisadores conhecem a frequência máxima com que os átomos libertam energia e a sua frequência de oscilação. Os mecanismos do relógio estimulam os átomos por meio de microondas e ondas magnéticas, até atingir essa frequência, que é interpretada como tempo de acordo com os padrões já conhecidos.

O primeiro relógio atômico foi construído em 1949 nos Estados Unidos. Uma versão aprimorada, baseada na transição do átomo de césio-133 foi construído por Louis Essen em 1955 no Reino Unido. Isto levou a uma definição internacionalmente acerca do segundo baseada no tempo atômico.

Em agosto de 2004, os cientistas do NIST (em inglês: National Institute of Standards and Technology) apresentam um relógio atômico do tamanho de um chip, que segundo eles, teria um milésimo do tamanho de qualquer outro modelo, consumindo apenas 75mW, tornando possível sua utilização em aparelhos movidos a pilhas ou baterias.

Desde 1967, a definição internacional do tempo baseia-se num relógio atômico, assim como os relógios, satélites e aparelhos de última geração. Ele é considerado o mais preciso já construído pelo homem e mesmo assim atrasa: 1 segundo a cada 3 mil anos.

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